domingo, 17 de agosto de 2014

Notificação

Olá,
O objetivo desta postagem é notificar aos nossos leitores que o blog Espiritismo Consolador, não tem relação com nenhuma comunidade do Facebook. O nosso e-mail esta sendo utilizado indevidamente.
O fato já foi relatado ao Facebook.
Agradecemos a compreensão de todos.
Abraços fraternais.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Em torno da profissão

A sua profissão é privilégio e aprendizado.
Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros felizes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de bênçãos.
O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante à árvore que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tratamento que recebe.
Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.
Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.
Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guarde a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.
O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui e sim a maneira pela qual você se decide a servir.
Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou azedume.
Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empeços na própria estrada para o sucesso.
Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.

André Luiz.
(Extraído do livro "Sinal Verde", psicografia de Francisco Cândido Xavier)

Comércio e Intercâmbio

O Comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, carecemos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Diante de balconistas fatigados ou irritadiços, reflitamos nas provações que, indubitavelmente, os constrange nas retaguardas da família ou do lar, sem negar-lhes consideração e carinho.
A pessoa que se revela mal-humorada, em seus contatos públicos, provavelmente carrega um fardo pesado de inquietação e doença.
Abrir caminho, à força de encontrões, não é só deselegância, mas igualmente lastimável descortesia.
Dar passagem aos outros, em primeiro lugar, seja no elevador ou no coletivo, é uma forma de expressar entendimento e bondade humana.
Aprender a pedir um favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas ou bares, é obrigação.
Evitar anedotário chulo ou depreciativo, reconhecendo-se que as palavras criam imagens e as imagens patrocinam ações.
Zombaria ou irritação complicam situações sem resolver os problemas.
Quando se sinta no dever de reclamar, não faça de seu verbo instrumento de agressão.
O erro ou o engano dos outros talvez fossem nossos se estivéssemos nas circunstâncias dos outros.
Afabilidade é caridade no trato pessoal.

André Luiz.
(Extraído do livro "Sinal Verde", psicografia de Francisco Cândido Xavier)

Amando

Em todas as nossas ações, por mais simples que elas sejam, habituemo-nos, antes, a pensar na caridade, a virtude humilde e silenciosa, que não alardeia e que não é vaidosa. Caridade é amor, e quem ama, ama e ama sempre.
Quem ama não alimenta melindre,
não julga, não impõe, não oprime.

Quem ama esta sempre alegre:
ama trabalha e serve.

Quem ama jamais se amofina:
ama, sorri, ilumina.

Quem ama não se aborrece:
amando, auxilia, esclarece.

Quem ama vigia atento,
não reclama e, para tudo, acha tempo.

As flores do campo,
quem ama as aprecia,
e, com as palavras de amor,
cura, renova, alivia.

O canto dos pássaros,
quem ama ouve e se enternece.
E por tudo na vida
a Deus agradece.

Quem ama, ama e ama,
na alegria, no sofrimento e na dor.
Tem maior entendimento da vida
e sabe que Deus é amor.

Que o amor do Cristo de Deus
vos abençoe com sua terna suavidade,
instruindo-vos na doçura, na paciência e na bondade.

Irmã Scheilla
(Extraído do livro "Fragrâncias do Amor", psicografia de Emmanuel Alves Moreno)

terça-feira, 12 de novembro de 2013

A História de Valéria, por Chico Xavier


Neste vídeo Chico Xavier conta a emocionante história de Valéria.
Vale a pena assistir e refletir!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Prosseguindo


"Prossigo para o alvo..." Paulo (Filipenses, 3:14)


 
Encontras o semblante amargo da solidão no momento em que as circunstâncias te compelem a deixar o conhecido.
Supõe que a construção de toda a existência desaba sobre ti mesmo, como se a ausência da moldura familiar te rasgasse o quadro da própria alma.
Corações amigos, atrídos por outras sendas, abandonaram-te os ideais; pessoas queridas deixaram-te a sós; aposentaram-te a distância do trabalho de muitos anos, ou a morte, de passagem, ceifou o sorriso dos companheiros que te eram caros...
Sentes, por vezes, que estás deixando para trás tudo o que te parece mais valioso, entretanto, não mais é verdade.
Basta jornadeies corajosamente adiante e, buscando expressar-te em novas formas, reconhecerás que o amor e o trabalho são mais belos em teu carinho.
Compreenderás, então, que podes adicionar novas parcelas de alegria à felicidade dos que mais amas e que podes servir com mais entendimento às aspirações que te inspiram a marcha.
Se a vida te apresenta a fisionomia triste da solidão, recorda a própria imortalidade e não te detenhas.
O menino deixa a infância para entrar na mocidade, o jovem deixa a mocidade para entrar na madureza, o adulto deixa a madureza para entrar na senectude e o ancião deixa a extrema velhice para entrar no mundo espiritual, não como quem perde os valores adquiridos, mas sim prosseguindo para o alvo que as Leis de Deus nos assinalam a cada um...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oração no Lar

Povoara-se o firmamento de estrelas, dentro da noite prateada de luar, quando o Senhor Jesus falou com bondade:
Simão, que faz o pescador quando se dirige para o mercado com os frutos de cada dia?
O Apóstolo pensou alguns momentos e respondeu, hesitante:
Mestre, naturalmente escolhe os peixes melhores. Ninguém compra os resíduos da pesca.
Jesus sorriu e perguntou, de novo:
E o oleiro? Que faz para atender à tarefa a que se propõe?
Certamente, Senhor - redarguiu o pescador, intrigado - modela o barro, imprimindo-lhe a forma que deseja.
O Amigo Celeste, de olhar compassivo e fulgurante, insistiu:
E como procede o carpinteiro para alcançar o trabalho que pretende?
O interlocutor, muito simples, informou sem vacilar:
Lavrará a madeira, usará a enxó e o serrote, o martelo e o formão. De outro modo, não aperfeiçoará a peça bruta.
Calou-Se Jesus, por alguns instantes, e aduziu:
Assim também é o lar diante do mundo. O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma. A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum.
Se o negociante seleciona a mercadoria, se o marceneiro não consegue fazer um barco sem afeiçoar a madeira aos seus propósitos, como esperar uma comunidade segura e tranquila sem que o lar se aperfeiçoe?
A paz no mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos. Se não aprendemos a viver em paz, entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações?
Se não nos habituamos a amar o irmão mais próximo, associado à nossa luta de cada dia, como respeitar o eterno pai que nos parece distante?
Jesus relanceou o olhar pela sala modesta, fez pequeno intervalo e continuou:
Pedro, acendamos aqui, em torno de quantos nos procuram a assistência fraterna, uma claridade nova. A mesa de tua casa é o lar de teu pão.
Nela, recebes do Senhor o alimento para cada dia. Por que não instalar, ao redor dela, a sementeira da felicidade e da paz na conversação e no pensamento.
* * *
Costumamos empreender bastante tempo na organização e limpeza domésticas.
Uma casa limpa, arrumada, cheirosa, é um bom lugar para se viver, certamente.
Porém, o que temos feito em relação ao seu asseio moral?
Deixamos acumular o lixo dos pensamentos e palavras negativos por seus cômodos?
Permitimos o acúmulo do pó da maledicência sobre nossas cabeças?
A limpeza moral, espiritual de um lar, só pode ser realizada mediante troca das impurezas por fluidos novos, de amor, de alegria e fraternidade.
A oração e o Evangelho no lar ajudam muito nesse processo de eliminação das impurezas mentais.
Assim, recordemos que manter a casa limpa não é apenas cuidar da limpeza física diária. Manter a casa limpa é também manter a harmonia dos pensamentos e relações de seus habitantes.

(Redação do Momento Espírita com base no cap. 1, do livro Jesus no lar, pelo Espírito Néio Lucio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O companheiro dos anjos



Quando Benjamim Paixão atingiu as bodas de prata com a filosofia consoladora dos Espíritos, experimentou indizível amargura.

Vinte e cinco anos de casamento com o Espiritismo Cristão e ainda se reconhecia impossibilitado de partilhar-lhe os serviços.

Em seu modo de ver, fora defrontado, em toda a parte, pela imcompreensão, pelo desengano e pela discórdia.

Jamais pudera firmar-se em agrupamento algum.

Em razão disso, nessa noite, ao invés de procurar o clube, segundo o velho hábito, dirigiu-se a certa instiyição, em que pontificavam à boa vontade e a dedicação de melásio, venerando guia espiritual.

Depois da prece de abertura dos trabalhos e quando o abnegado amigo inveisível passou a comandar a assembléia, por intermédio de uma senhora, Benjamim exclamou em voz súplice:

- Melásio, a data de hoje assinala o vigésimo quinto aniversário de meu ingresso na Doutrina. Prestimoso irmão, oriente-me, ensine-me! Onde encontrarei a comunidade que se afine comigo?Onde estão aqueles com os quais devo realizar a tarefa que me cabe?

A entidade benevolente meditou alguns minutos e acentuou, sem qualquer sinal de reprimenda:

- Vinte e cinco anos no Espiritismo Evangélico, sem trabalho definido, é condição muito grave para a alma.

E modificando o tom da voz observou!

- Benjamim, alguns passos além de seu lar, há um templo de caridade...

Paixão interceptou-lhe a palavra e clamou:

- Já sei. É um posto avançado de personalismo em dissidências constantes. Entre os que ali ensinam e aprendem, não se sabe qual o pior.

O guia refletiu, por instantes, e obtemperou:

- Dentre seus amigos você tem o Pereira, que vem trabalhando, com valor, a benefício dum orfanato...

O interlocutor aparteou irreverente:

- Ah! Pereira! nunca vi homem mais agarrado ao dinheiro. É avarento sórdido.

Melásio não se deu por aborrecido e aventou:

- Nãosei se já entrou em contato com os serviços de Dona Soledade, a estimada médium da pobreza. Reside justamente no caminho de sua repartição...

Benjamim fixou um gesto de enfado e desabafou:

- Dona soledade mata a paciência de qualquer um. É mulher despótica e arbitrária. Não possso entender a sua referência.

O benfeitor silenciou, por momentos, e voltou a dizer:

- O irmão carvalho, seu vizinho, organizou interessantes atividades de cura para obsediados.

Quem sabe...

Paixão contudo, alegou, irônico:

- O Carvalho é homem de moral duvidosa. É mesmo incrível não se saiba, na vida espiritual, que ele possui mais de uma família.

O guia porém, considerou com a mesma calma:

- A senhora Silva, não longe de sua residência, vem protegendo os velhos de um asilo e ...

- Aquela dama é um poço de vaidade - atacou-lhe Benjamim, intempestivo - ,entrincheirou-se dentro do próprio "eu" e não aceita a cooperação de ninguém.

O tolerante amigo ponderou então:

- Em seu trabalho você conhece o Ladeira, que mantém valioso culto doméstico do Evangelho, junto ao qual muitos doentes encontram alívio...

- O Ladeira? - gritou Paixão, sarcástico. - Aquilo é a petulância em pessoa. Absorveu o Espiritismo todo. A Doutrina é ele só.

Com invejável bondade, o condutor da reunião interrogou cristãmente:

- Conhece você as sessões do Soares, em seu bairro?

- Há muito tempo - redarguiu, azedamente, o descortês visitante. - Soares é um espertalhão. Quando os guias da casa não aparecem, dispõe-se a substituí-los, sem qualquer escrúpulo. Vive de infindáveis trapaças, morando num palácio, à custa da ingenuidade alheia.

Nesse ponto do diálogo, Melásio entrou em profundo silêncio, e, não se acreditando vencido na argumantação, Benjamim voltou a pedir em voz enternecedora:

- dedicado amigo, ajude-me! Preciso trabalhar e progredir na obra da verdade e do bem. Não me negue as diretrizes necessárias!...

O benfeitor, contudo, embora se mostrase sorridente, respondeu com inflexão e energia:

- Paixão, ofereci a você sete sugestões de trabalho que foram recusadas. Segundo os ensinamentos de que dispomos, o remédio se destina ao doente e o socorro àqueles que o reclamam pela posição de ignorância ou sofrimento. O espiritismo solicita o esforço e o concurso dos homens de boa vontade e de entendimento fraternal que se amparam uns aos outros; entretanto, ao que me parece você é o companheiro dos anjos e os anjos, meu amigo, estão muito distanciados de nós. É provável possamos colaborar no roteiro de ação para seu espírito, contudo, é mais razoável que você nos procure quando tiver duas asas.


(Extraído do Livro "Contos e Apólogos", ditado pelo Espírito de Irmão X a Francisco Cândido Xavier. 1967)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Você é importante


Inútil, você?
Como acreditar que Deus tenha criado algo sem utilidade?
Se até o grão de areia cumpre nobre missão, seria você, "criado à imagem e semelhança do Pai", a dizer-se sem valor?
A semente é berço de muitas vidas.
A gota d'agua, para o sedento, é mais valiosa que uma pérola.
Como as abelhas trabalhariam no fabrico do mel sem o pólen das flores?
Arreda esse pensamento sombrio que lhe paralisa as forças criativas.
Você é muito importante no contexto da criação.
Deus conta com você no melhoramento do mundo.
Se não precisasse da sua presença, Ele não o teria criado.
Segue para diante de cabeça erguida, realizando o melhor.

Albino Teixeira.
(Psicografado por Carlos Baccelli.)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Nicholas Winton - parte 1

Assista a reportagem que mostra o exemplo de Nicholas Winton, que salvou mais de 600 crianças do holocausto.

(Reportagem do Fantástico, Rede Globo.2007)

Nicholas Winton - parte 2

Assista a continuação da reportagem que mostra o exemplo de Nicholas Winton, que salvou mais de 600 crianças do holocausto.

(Reportagem do fantástico, Rede Globo.)

terça-feira, 31 de março de 2009

A ficha

João Mateus, distinto pregador do Evangelho na seara espírita, na noite em que atingiu meio século de idade no corpo físico, depois de orar enternecidamentecom os amigos, foi deitar-se. Sonhou que alcançava as portas da Vida Espiritual, e, deslumbrado com a leveza de que se via possuído, intentava alçar-se para melhor desfrutar a excelsitude do Paraíso, quando um funcionário da Passagem celeste se aproximou, a lembrar-lhe, solícito:

- João, para evitar qualquer surpresa desagradável no avanço, convém uma vista d'olhos em sua ficha...
E o viajante recebeu primoroso documento, em cuja face leu, espantadiço:
João Mateus.
  • Renascimento na Terra em 1904.
  • Berço manso.
  • Pais carinhosos e amigos.
  • Inteligencia preciosa.
  • Cérebro claro.
  • Instrução digna.
  • Bons livros.
  • Juventude folgada.
  • Boa saúde.
  • Invejável noção de conforto.
  • Sono calmo.
  • Excelente apetite.
  • Seguro abrigo domético.
  • Constante proteção espiritual.
  • Nunca sofreu acidentes de importância.
  • Aos 20 anos empregou-se no comércio.
  • Casou-se aos 25 anos, em regime de escravização da mulher.
  • Católico romano até os 26.
  • Presenciou, sem maior atenção, 672 missas.
  • Aos 27 de idade, transferiu-se para as fileiras espíritas.
  • Compareceu a 2195 sessões de Espiritismo, sob a invocação de Jesus.
  • Realizou 1602 palestras e pregações doutrinárias.
  • Escreve cartas e páginas comoventes.
  • Notável narrador.
  • Polemista cauteloso.
  • Quatro filhos.
  • Boa mesa em casa.
  • Não encontra tempo para auxiliar os filhos na procura do Cristo.
  • Efetuou 106 viagens de repouso e distração.
  • Grande intolerancia para com os vizinhos.
  • Refratário a qualquer mudança de hábitos para a prestação de serviço aos outros.
  • Nunca percebe se ofende o próximo através da sua conduta, mas revla extrema suscetibilidade ante a conduta alheia.
  • Relaciona-se tão somente com amigos do mesmo nível.
  • Sofre horror às complicações da vida social, embora destaqueincessante o imperativo da fraternidade entre os homens.
  • Sabe defender-se com esmero em qualquer problema difícil.
  • Além dos recursos naturais que lhe renderam respeitável posição e expressivo reconforto domético, sob constante amparo de Jesus, através de multiplos mensageiros, conserva bens imóveis no valor de R$ 600.000,00 e guarda em conta de lucro particular a importância de
  • R$ 302.000,00.
  • Para jesus, que o procurou na pessoa de mendigos, de necessitados e doentes, deu durante toda a vida 90 centavos.
  • Para cooperar no apostolado do Cristo, já ofereceu 12 reais em obras de assistência social.
  • Débito...
Quando ia ler o item referente às próprias dívidas, fortemente impressionado, João acordou.
Era manhãzinha...
à noite, bem humorado, reuniu-se aos companheiros, relatando-lhes a ocorrência.
Estava transformado, dizia. O soho modificara-lhe o modo de pensar. Consagrar-se-ia doravante a trabalho mais vivo no movimento espírita.
Pretendia renovar-se por dentro, reuniria agora palavra e ação.
Para isso, achava-se disposto a colaborar substancialmente na construção de um lar destinado à recuperação de crianças desabrigadas que , desde muito, desejava socorer.
A experiência daquela noite inesquecívelera, decerto, um aviso precioso. E, sorridente, despediu-se dos irmãos de ideal, solicitando-lhes novo reencontro para o dia seguinte. Esperava assentar as bases da obra que se propunha levar a efeito.
Contudo, na noite imediata, quando os amigos lhe bateram à porta, vitimado por um acidente das coronárias, joão Mateus estava morto.

(Extraído do livro "Contos e Apólogos", ditado pelo espírito de Irmão X a Francisco Cândido Xavier. FEB, 2ª edição, 1967.)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Decálogo do bom ânimo


1 - Dificuldades? Não perca tempo, lamuriando. Trabalhe.


2 - Críticas? Nunca aborrecer-se com elas. Aproveite-as no que mostrem de útil.


3 - Incompreensões? Não busque torná-las maiores, através de exigências e queixas. Facilite o caminho.


4 - Intrigas? Não lhes estenda a sombra. Faça alguma luz com o óleo da caridade.


5 - Perseguições? Jamais revidá-las. Perdoe esquecendo.


6 - Calúnias? Nunca enfurecer-se contra as arremetidas do mal. Sirva sempre.


7 - Tristezas? Afaste-se de qualquer disposição ao desânimo. Ore abraçando os próprios deveres.


8 - Desilusões? Por que debitar aos outros a conta de nossos erros? Caminhe para frente, dando ao mundo e à vida o melhor ao seu alcance.


9 - Doenças? Evite a irritação e a inconformidade. Raciocine nos benefícios que os sofrimentos do corpo passageiro trazem à alma eterna.


10 - Fracassos? Não acredite em derrotas. Lembre-se de que, pela bênção de Deus, você está agora em seu melhor tempo - o tempo de hoje -, no qual você pode sorrir e recomeçar, renovar e servir, em meio de recursos imensos.


André Luiz.


(Página extraída do livro "Coragem", psicografia de Francisco Cândido Xavier. Editora CEC)


terça-feira, 30 de dezembro de 2008

E já é Ano Novo, outra vez


Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período convencional de um ano reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?

Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.

Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.

Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Sair mais com as crianças. não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.

Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.

Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.

Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.

Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?

Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

(Redação do Momento Espírita, 29/12/2008. http://www.momento.com.br/)

Vigiai no Senhor


Filhos, ninguém sobre a Terra nunca se vigiará o bastante, nos arrastamentos a que o mal o conclame a cada instante.
Quando o homem se julga fortalecido o suficiente e dispensado de se manter alerta contra as tentações, é que, para ele, há perigo de queda.
Quem se reconhece fragilizado e não descura da vigilância sobre si dificilmente cai.
Os que se consideram auto-suficientes, desprezando os pontos de apoio que lhes garantiu o equilíbrio até aonde chegaram, estão na iminência de se precipitarem no abismo de mais amargas desventuras.
O exercício da humildade, com o reconhecimento sincero da própria insignificância, impede que o homem se entregue ao fascínio de si mesmo e se imunize do assédio da obsessão.
Paulo, o Apóstolo dos Gentios, escreveu inspiradamente em uma de suas cartas que, quando se supunha forte, é que verdadeiramente se revelava frágil...
O mal possui raízes profundas na alma dos homens, difíceis de serem extirpadas de modo a que não mais se vitalizem.
Qualquer inclinação infeliz carece de ser vigiada, como o cancerologista vigia o tumor em suas metastases.
Ninguém deve permitir-se oportunidades para que a sua tendência negativa se manifeste; ninguém faça incursões sobre o terreno que, no mundo de si mesmo, não conheça palmo a palmo...
O trabalho, sem dúvida, é o mais seguro abrigo para quem esteja com o propósito de refugiar-se, temendo mais a si que aos outros.
Filhos, a vitória definitiva sobre os vossos vícios e costumes degradantes não será alcançada, sem que vos disponhais a derramar muitas lágrimas na resistência pacífica e voluntária ao mal em vós mesmos.
A semente não medra em gleba que não lhe seja propícia.
Vigiai os vossos pensamentos, os vossos olhos, os vossos ouvidos, as vossas mãos...
Vigiai no Senhor para que o Senhor vos vigie!



(Página extraída do livro "A Coragem da Fé", Drº Bezerra de Menezes, psicografia Carlos A. Baccelli, Casa Editora Espírita Pierre Paul Didier. )

A preguiça

Dissertação moral ditada por São Luís à senhorita Hermance Dufaux
(5 de maio de 1858)


Um homem saiu de madrugada e foi para a praça pública para ajustar trabalhadores. Ora, ele
viu dois homens do povo que estavam sentados de braços cruzados. Foi a um deles e o
abordou dizendo: "Que fazes tu aqui?" e este tendo respondido: "Não tenho trabalho", aquele
que procurava trabalhadores lhe disse: "Tome tua enxada, e vá para o meu campo, sobre a
vertente da colina, onde sopra o vento sul; cortarás a urze e revólveres o solo até que a noite
chegue; a tarefa é rude, mas terás um bom salário." E o homem do povo carregou a enxada
sobre os ombros, agradecendo-lho em seu coração.
O outro trabalhador, tendo ouvido isso, se ergueu do seu lugar e se aproximou dizendo:
"Senhor, deixai-me também ir trabalhar em vosso campo;" e o senhor tendo dito a ambos
para segui-lo, caminhou adiante para lhes mostrar o caminho. Depois, quando chegaram à
beira da colina, dividiu a obra em duas partes e se foi dali.
Depois que partiu, o último dos trabalhadores que havia contratado, primeiramente pôs fogo
nas urzes do lote que lhe coube em partilha, e trabalhou a terra com o ferro de sua enxada.
O suor jorrou do seu rosto sob o ardor do sol. O outro o imitou primeiro murmurando, mas se
cansou cedo do seu trabalho, e cravando sua enxada sob o sol, sentou-se perto, olhando seu
companheiro trabalhar.
Ora, o senhor do campo veio perto da noite, e examinou a obra realizada, e tendo chamado a
ele o obreiro diligente, cumprimentou-o dizendo: "Trabalhaste bem; eis teu salário," e lhe
deu uma peça de prata, despedindo-o. O outro trabalhador se aproximou também e reclamou
o preço de sua jornada; mas o senhor lhe disse: "Mau trabalhador, meu pão não acalmará
tua fome, porque deixaste inculta a parte de meu campo que te havia confiado;" não é justo
que aquele que nada fez seja recompensado como aquele que trabalhou bem; e o mandou
embora sem nada lhe dar.

Eu vos digo, a força não foi dada ao homem, e a inteligência ao seu espírito, para que
consuma seus dias na ociosidade, mas para que seja útil aos seus semelhantes. Ora, aquele
cujas mãos sejam desocupadas e o espírito ocioso será punido, e deverá recomeçar sua
tarefa.
Eu vos digo, em verdade, sua vida será lançada de lado como uma coisa que não foi boa em
nada, quando seu tempo se tiver cumprido; compreendei isto por uma comparação. Qual
A preguiça dentre vós, se há em vosso pomar uma árvore que não produz bons frutos, não dirá ao seu servidor cortai essa árvore e lançai-a ao fogo, porque seus ramos são estéreis. Ora, do
mesmo modo que essa árvore será cortada por sua esterilidade, a vida do preguiçoso será
posta de lado porque terá sido estéril em boas obras.

(Texto extraído da Revista Espírita, junho de 1858)

O orgulho

DISSERTAÇÃO MORAL DITADA POR SÃO LUÍS À SENHORITA HERMANCE DUFAUX
(19 e 26 de janeiro de 1858.)


Um orgulhoso possuía alguns hectares de boa terra; estava vaidoso com as pesadas espigas
que cobriam o seu campo, e não abaixava senão um olhar de desdém sobre o campo estéril
do humilde. Este se levantava ao canto do galo, e passava o dia todo curvado sobre o solo
ingrato; recolhia pacientemente as pedras, e ia jogá-las à beira do caminho; revolvia
profundamente a terra e extirpava, penosamente, os espinheiros que a cobriam. Ora, seus
suores fecundaram seu campo e resultou em puro frumento.
No entanto, o joio crescia no campo do soberbo e sufocava o trigo, enquanto o senhor ia se
glorificar da sua fecundidade, e olhava com um olhar de piedade os esforços silenciosos do
humilde.
Eu vos digo, em verdade, o orgulho é semelhante ao joio que sufoca o bom grão. Aquele
dentre vós que se crê mais do que seu irmão, e que se glorifica de si, é insensato; mas é
sábio esse que trabalha em si mesmo, como o humilde em seu campo, sem tirar vaidade da
sua obra.

Houve um homem rico e poderoso que detinha o favor do príncipe; habitava palácios, e
numerosos servidores se apressavam sobre os seus passos a fim de prevenirem os seus
desejos.
Um dia em que suas matilhas forçavam o cervo nas profundezas de uma floresta, percebeu
um pobre lenhador que caminhava penosamente sob um fardo de lenha; chama-o e lhe diz:
- Vil escravo! por que passas em teu caminho sem te inclinares diante de mim? Eu sou igual
ao soberano, minha voz decide nos conselhos da paz ou da guerra, e os grandes do reino se
curvam diante de mim. Sabe que sou sábio entre os sábios, poderoso entre os poderosos,
grande entre os grandes, e a minha elevação é a obra das minhas, mãos.
- Senhor! respondeu o pobre homem, temi que minha humilde saudação fosse uma ofensa
para vós. Sou pobre e não tenho senão os meus braços por todo o bem, mas não desejo as
vossas enganosas grandezas. Durmo o meu sono, e não temo, como vós, que o prazer do
soberano me faça cair em minha obscuridade. Ora, o príncipe se cansou do orgulho do
soberbo; os grandes humilhados se reergueram sobre ele, que foi precipitado do auge do seu
poder, como a folha seca que o vento varre do cume de uma montanha; mas o humilde
continua pacificamente seu rude trabalho, sem preocupação com o futuro.

Soberbo, humilha-te, porque a mão do Senhor curvará o teu orgulho até o pó!
Escuta! Nasceste onde a sorte te colocou; saíste do seio de tua mãe fraco e nu como o último
dos homens. De onde vem, pois, que eleves tua fronte mais alta do que teus semelhantes, tu
que nasceste, como eles, para a dor e para a morte?
Escuta! Tuas riquezas e tuas grandezas, vaidades do nada, escaparão das tuas mãos quando
o grande dia chegar, como as águas inconstantes das torrentes que o sol seca. Não
carregarás de tua riqueza senão as tábuas do teu caixão, e os títulos gravados sobre a tua
pedra tumular serão palavras vazias de sentido.
Escuta! O cão do coveiro brincará com os teus ossos, e eles serão misturados com os ossos
do mendigo, e o teu pó se confundirá com o dele, porque um dia vós ambos não sereis senão
pó. Então amaldiçoarás os dons que recebeste vendo o mendigo revestido com a sua glória, e
chorarás o teu orgulho.
Humilha-te, soberbo, porque a mão do Senhor curvará o teu orgulho até o pó.
Por que, São Luís, nos falas em parábolas? - R. O espírito humano ama o mistério; a lição se
grava melhor no coração, quando procurada.
- Pareceria que, hoje, a instrução deva ser dada de um modo mais direto, e sem que haja
necessidade da alegoria? - R. Encontrá-la-eis no desenvolvimento. Desejo ser lido, e a moral
tem necessidade de estar disfarçada sob o atrativo do prazer.

(texto extraído da Revista Espírita de maio de 1858.)

Ajuda Sempre

Diante da noite, não acuse as trevas. Aprenda a fazer lume.
Em vão condenará você o pântano. Ajude-o a purificar-se.
No caminho pedregoso, não atire calhaus nos outros. Transforme os calhaus em obras úteis.
Não amaldiçoe o vozerio alheio. Ensine alguma lição proveitosa, com o silêncio.
Não adote a incerteza, perante as situações dificeis. Enfrente-as com a consciência limpa. Debalde censurará você o espinheiro. Remova-o com bondade.
Não critique o terreno sáfaro. Ao invés disso, dê-lhe adubo.
Não pronuncie más palavras contra o deserto. Auxilie a cavar um poço sob a areia escaldante. Não é vantagem desaprovar onde todos desaprovaram. Ampare o seu irmão com a boa palavra.
é sempre fácil observar o mal e identificá-lo. Entretanto, o que o Cristo espera de nós outros é a descoberta e o cultivo do bem para que o Divino Amor seja glorificado.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Aniversário de Jesus



Você anda pelas ruas e as cores lhe falam do Natal. Dourado, verde, vermelho. São bolas coloridas, laços vistosos de fitas, arranjos maravilhosamente dispostos nas vitrinas das lojas.
As luzes iluminam as fachadas das casas e transformam as alamedas em estradas de sol, em plena noite.
Tudo traduz alegria. Os apelos comerciais falam de presentes e de ofertas. É a época que antecede o Natal.
As preocupações giram em torno da compra de presentes.
As inquietações maiores têm a ver com o que dar aos afetos, aos amigos, conhecidos e clientes.
É uma época especial. O próprio ar parece envolto em suave aroma, tornando-se mais leve. Na acústica da alma, as baladas melodiosas da paz se apresentam em concerto.
É, sim, o Natal que chega de novo. Você já parou para pensar por que existe o Natal?
Em meio a tantas coisas a providenciar, você se deu conta o que irá comemorar?
Não esqueça que Natal é o aniversário de Jesus. Não se esqueça de Lhe preparar uma festa especial.
Uma festa que requer só um pouco de tempo e disposição. Uma festa que se faz na intimidade da alma e que se traduz na alegria que você propicia a alguém, em nome Dele, o aniversariante.
Por isso, quando passar pela rua, carregando pacotes, olhe ao seu redor. Descubra nas esquinas, na frente das vitrinas iluminadas, vários pares de olhos infantis ansiosos.
Eles também sonham, com a única diferença que quase nunca os sonhos deles se realizam.
Descubra nesses olhares perdidos nas terras dos sonhos, os desejos e ansiedades e aproxime-se.
Fale com eles. Converse. Ouça-os. É possível que você não disponha de recursos para lhes concretizar os anseios, mas fale com eles, em nome de Jesus.
Sorria, pergunte pela família, demonstre interesse. Alongue o braço. Esboce um gesto de carinho. É Natal.
Lembre ainda que, enquanto você anda de um lado para o outro, entrando e saindo das lojas, consultando preços e catálogos, existem muitos que se encontram imobilizados em leitos de enfermidade e solidão.
Busque-os também. Visite-os, em nome Dele, do Divino Amor que um dia caminhou pelas vias terrenas e que ainda hoje, prossegue, meigo e doce, nas vielas do mundo, procurando alguém como você.
Alguém que disponha de uns minutos, que O ouça e O interprete para outro alguém com um tempinho, um carinho, um simples olá. Especialmente porque esta é a época do Natal.
* * *
Não perca o tesouro das horas nem a oportunidade de socorrer ao próximo.
Você pode, ainda hoje, estender o agasalho a quem a noite pede perdão por ser longa e fria. Pode aliviar o suplício dos companheiros que a doença consome ou dizer a frase calmante para os que quase enlouquecem no sofrimento.
Se você se dispuser a isso, sentirá que verdadeiramente está vivendo o espírito do Natal, e iluminará a sua vida de amor, transformando os seus dias em um perene dia de Natal.


(Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do cap. 25 do livro O espírito da verdade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.Em 08.12.2008.)


Alegria

Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão da areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas, ergue os olhos para a face rizonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse para renovar-se diariamente, em festa de amor e luz.

Meimei
(Página extraída do livro "Ideal Espírita", psicografia de Francisco Cândido Xavier. Edição CEC)